As alterações ambientais são as principais responsáveis pelo crescimento dos problemas respiratórios. Sintomas como narinas irritadas, ressecadas e sangrando são comuns e atingem até quem não possui histórico de rinite alérgica ou bronquite. O tempo seco, a baixa umidade do ar, a poluição ambiental, a exposição constante ao ar condicionado e a permanência em ambientes fechados e sem ventilação contribuem para surgirem novos casos e para os já existentes se agravarem.
Por isso, é importantíssimo montar uma barreira de proteção para evitar que esses sintomas piorem os problemas respiratórios e aumentem o risco de infecções.
Dicas de especialista
Segundo a médica Renata Rodrigues Cocco, alergista da Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e do Hospital Albert Einstein, existem alguns cuidados simples e eficazes que todos podem adotar:
- Faça a limpeza nasal quatro vezes ao dia com soro fisiológico.
- Mantenha os ambientes limpos e arejados.
- Troque cortinas e tapetes grossos por versões mais leves e que não acumulem pó e ácaros.
- Lave a roupa de cama mais de uma vez por semana.
- Deixe plantas e animais domésticos fora de casa.
- Beba bastante água.
- Evite ambientes com fumantes.
- Coloque capas impermeáveis em colchões e travesseiros e limpe com pano molhado.
- Adote um aparelho ou até uma bacia com água nos quartos durante a noite para facilitar a respiração de toda a família.
Outra opção é uma toalha felpuda úmida.
As vilãs da temporada A asma se manifesta nos pulmões e a rinite no nariz.
São processos inflamatórios nas mucosas que recobrem as cavidades nasais e os brônquios.
Alguns pacientes apresentam os sintomas desde pequenos, mas eles podem surgir em qualquer faixa etária. Ambas são doenças crônicas que necessitam tratamento adequado.
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