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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Quando ser grande é o problema

Hoje, o que mais se vê são mulheres que fazem cirurgia plástica para aumentar os seios. Porém, há uma ala delas que já são naturalmente “mulheres de peito”. Poucas pessoas sabem, mas ter seios avantajados nem sempre é sinônimo de beleza e algumas sofrem por eles serem muito grandes e pesados, causando desconforto físico, como dor nos ombros, pescoço e costas.

Segundo o cirurgião plástico Dr. Wagner Montenegro, a redução das mamas é aconselhável quando o tamanho dos seios foge dos padrões da normalidade, quando estão “caídos” ou quando a paciente está esteticamente insatisfeita com o tamanho ou o formato deles.

Mamas muito grandes em si não causam problemas graves à saúde, mas podem agravar problemas de coluna devido ao peso e provocar desconforto, pois como as mamas muito grandes são geralmente caídas, podem acumular suor e causar assadura embaixo do peito.

Várias técnicas são utilizadas na mastoplastia redutora e variam em função de cada caso. A tendência atual é deixar cicatrizes cada vez menores, o que, naturalmente, vai depender do tamanho delas. As incisões podem ser em forma de T invertido, L, I e ficam sempre na metade inferior da mama.

É feita também uma incisão ao redor da aréola com o objetivo de reposicionar o mamilo e, eventualmente, reduzir seu tamanho. Pelas incisões são retirados os excessos de pele, tecido glandular e gordura. Em seguida, é feito o remodelamento dos seios e o reposicionamento dos mamilos.

A anestesia usada nesse tipo de cirurgia é a geral, mas em casos especiais pode ser empregada a anestesia local. A operação dura em média três horas.
Após a realização da cirurgia, a dúvida que fica é em relação à cicatriz.

Segundo o cirurgião, o importante não é o tamanho da cicatriz, mas sim sua qualidade. Isso depende mais das características da paciente do que do próprio médico. “O histórico de cicatrização da paciente conta muito, porém uma avaliação definitiva só pode ser feita após o 18º mês da cirurgia. Se, eventualmente, surgir alguma irregularidade na cicatrização, como quelóide, esta pode ser facilmente resolvida com novas tecnologias e tratamentos que amenizam tais problemas”, finaliza.

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